Confira os resultados dos jogos do 4º ano/ASI - Futsal masculino e Queimada feminino:
TURNO VESPERTINO
11h – ABERTURA DO PORTÃO
11h30 - DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA GINCANA
11h45 – DANÇA DA PENEIRA (1ºpe matutino: prof. Kellyson)
12h – DANÇA DE RODA – (2ºpe matutino: profª Alessandra)
12h15 – DANÇA DE RODA (1º ano “A e C”: profª Vera e Rosana e 1º ano” B”: profª Vânia)
12h30 – QUADRILHA (1ºs anos vesp: profª Vera Cristina, Ana Maria e Paula )
12h45 – COUNTRY (2ºs anos mat: profª Heloísa, Abadia e Patrícia)
13h - QUADRILHA (2ºs anos vesp: Wilka, Rosário, Lidiana)
13h15 – FORRÓ ( 3ºs anos mat: Jesus, Herbênia, Débora e Benedita e AAL: profª Viviane)
13h30 – CATIRA (3ºs anos vesp: Profª Marisa, Rosangela, Lílian e Vanessa)
13h45 – COUNTRY (4ºs anos mat: profª Adelaíde, Fabiana, Elaine; 4ª C: profª Lauriana e ASI: profª Soraya )
14h – FORRÓ (3ºs anos vesp: prof ª Marisa, Rosangela, Lílian e Vanessa)
14h15 – QUADRILHA (4ªs séries vesp: Beth, Daniele e Miriane)
14h45 – COUNTRY (4ºs anos vesp: profª Ana, Dayane e Rui)
15h – QUADRILHA DANÇANTE ( 4ªs series mat: Valdir, Marcos, Lauriana, 4ºs anos mat. e ASI)
15h30 – DANÇA DAS FITAS (3ºs anos vesp: profª Marisa, Rosangela, Vanessa e Lílian)
16h – QUADRILHA “TRISCOU QUEIMOU”





Nós todos precisamos da terra para viver bem. Essa é a lição principal que o projeto O meio ambiente é a casa da gente transmite aos 120 alunos do Caic Santa Paulina, do Paranoá. Organizado e mantido pelo professor Valdir de Castro, o projeto, iniciado em junho de 2009, transformou um antigo depósito de entulho da escola em um jardim. — Aqui eles aprendem a ter convívio diário com os animais, as plantas. Quando se fala em meio ambiente, muita gente pensa em florestas ou oceanos e se esquecem do próprio meio onde vive, diz o professor. Valdir explica também que o projeto leva o tema para a sala de aula e conjuga todas as disciplinas, além de incluir as famílias, enviando vídeos explicativos. Depois de três meses de trabalho, os alunos chegam ao jardim e recolhem qualquer lixo que esteja por lá e começam a trabalhar, mesmo sem a indicação do professor. — Eu estou cavando a terra para a água entrar e chegar até as plantas. Gosto mais de regar. Lá em casa eu rego o feijão e a laranja que eu plantei, conta José Jefferson Monteiro, 9 anos. O carinho com a terra e o meio ambiente cresce com o próprio jardim. — Gosto de ver o que eu plantei crescendo. No começo não gostei da ideia de me sujar de terra, mas agora eu sei que não precisa ter nojo de nada disso, afirma Flávia Cristina, 10 anos, que plantou uma pimenta. Outra parte do projeto é o trabalho com reciclagem. As crianças recolhem material reciclável e fabricam brinquedos. Alexandre Rodrigues, 11 anos, construiu um barco com garrafas pet. — Todo mundo pode ajudar a salvar o mundo. A gente está fazendo a nossa parte, diz o menino que tem ainda mais um motivo para cuidar do meio ambiente: teve uma suspeita de dengue. Essa doença aparece mais onde tem água parada, pneu abandonado. Tem que evitar essas coisas. O projeto deu tão certo que até ex-alunos voltam para ver como estão as plantas de que eles cuidaram. Agora, a turma vai catalogar as espécies da fauna e da flora da escola, com a ajuda do que aprendem em visitas ecológicas, como ao Parque Nacional e ao zoológico. Fonte: Jornal Correio Braziliense |

Recreação no Caic Santa Paulina, do Paranoá: educação e atividades
O pequeno Kauã Cavalcante, de 6 anos, passou por um experiência que poucas crianças vivenciaram. Aos 3 anos, começou a frequentar o Caic Júlia Kubitschek, em Sobradinho 2. Passava o dia na escola. Almoçava, desenvolvia atividades lúdicas, lia histórias, jantava e só no início da noite voltava para casa. O garoto nem percebia que aprendia enquanto brincava. A mãe do menino, a auxiliar de serviços gerais Andréia Cavalcante, 35, aprovava a iniciativa. “Dava para trabalhar com a segurança de que meu filho recebia um ensino de qualidade”, lembra.
A caçula da família, porém, não terá o mesmo privilégio. Maria Vitória Cavalcante, 3 anos, ingressou no colégio há poucos meses. Mas a instituição abandonou o regime integral. Quem estuda pela manhã deixa a escola por volta de meio-dia. A jornada do restante dos alunos começa depois do almoço e termina no fim da tarde. Como Kauã e Maria Vitória, muitas crianças pelo Distrito Federal afora experimentam a decadência dos ideais e projetos definidos pelo governo federal para as instituições de ensino que levam o nome de Caic.
Em 1991, durante a gestão do presidente Fernando Collor de Mello, o Ministério da Educação criou um novo modelo com a construção do Centro de Atenção Integral à Criança, o Caic. O programa completa 20 anos em outubro e não passa nem perto do que era à época. As consultas médicas se foram, assim como as aulas regulares de educação física e as oficinas artísticas.
Com duas torres e um ginásio em formato triangular ao lado, os pavilhões de arquitetura inconfundível abrigam hoje um número muito superior de jovens. Em vez de cerca de 400 alunos, como era no começo, a quantidade de estudantes ultrapassa a casa dos milhares. Somente no Júlia Kubitschek, há 2,1 mil matrículas, divididas em 83 turmas.
O inchaço prejudicou o andamento das atividades do programa. O atendimento nas áreas de artes, esportes e saúde no período inverso ao das aulas (veja Para saber mais) quase não existe mais. “A demanda foi aumentando e o número de colégios construídos não acompanhou esse crescimento. Viramos uma escola classe gigante”, constata a diretora do Caic Júlia Kubitschek, Mábia Neves. A professora reprova a destruição do modelo inicial. “O Caic foi concebido para poucos alunos e teria mais qualidade. As coisas se inverteram.”
O expediente não ocorre o dia inteiro por falta de profissionais. Segundo Mábia, os nove monitores que trabalham no Júlia Kubitschek não são suficientes para ajudar os professores das turmas da creche. A diretora acrescenta que muitos deles pedem demissão porque passam em concursos melhores, e o quadro de funcionários fica sem reposição. Com isso, as crianças de 2 e 3 anos só permanecem no local em meio período. Apenas 56 meninas e meninos do 1º ao 5º ano frequentam o Caic de Sobradinho 2 no sistema de ampliação de horário, com aulas de reforço e almoço.
Mobilização
As mudanças e dificuldades fazem parte da rotina da maioria das unidades. O primeiro Caic da história, o Santa Paulina, fica no Paranoá. Os docentes e gestores tentam fazer os preceitos iniciais funcionarem, mas esbarram em empecilhos administrativos. A diretora da instituição, Neila Bretas, ressalta que o prédio tem problemas nas redes elétrica e hidráulica. O ginásio precisa de pintura nova e o campo de futebol não tem grama.
O decreto de morte do modelo integral do colégio foi assinado sete anos depois da inauguração. Em 1998, o Governo do DF alterou a modulação do Santa Paulina para o formato de escola classe. “O Caic era um referência para a comunidade. Tinha apoio psicológico, nutricionista, dentista. É isso que a gente almeja”, planeja Neila. Quando assumiu a chefia do local, em 2007, a professora mobilizou diretores de outros Caics do DF.
O corpo docente, formado por 42 professores regentes e quatro coordenadores pedagógicos, é insuficiente para conduzir atividades além das classes regulares. Do total de 1,1 mil estudantes, cerca de 400 são os únicos que participam de atividades extras.
A professora Benedita Martins, 46 anos, matriculou a filha Lídia, 8, no Santa Paulina, onde leciona. A menina participa de atividades extraclasse duas vezes por semana no local. A mãe queria que fossem mais frequentes. “Acabo colocando-a em cursos por fora. Para ela e para todos, o ideal seria ficar em período integral mesmo. É o único jeito de estimular os estudos, a leitura”, conclui.
Fonte: site CorreioWeb
Reproduzido do site da SEDF
Nesta quarta-feira (20) foi realizada a Conferência Distrital da Gestão Democrática da Educação, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, das 9h às 17h. A iniciativa contou, na abertura, com a presença do governador Agnelo Queiroz, que reiterou seu compromisso com a Educação.
Além do governador, o evento contou com a secretária de Educação Regina Vinhaes, o secretário adjunto Erasto Fortes, a secretária da Secretaria da Mulher Olgamir Amâncio, a deputada distrital Rejane Pitanga, a diretora do Sindicato dos Professores do DF(Sinpro-DF) Berenice Darc, o diretor do Sindicato dos Auxiliares em Educação (SAE) Denivaldo Alves, o diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), André João e os representantes das 649 escolas públicas da Rede de Ensino do DF.
No turno matutino, Regina Vinhaes enfatizou a importância de um processo participativo transparente. “A proposta de gestão democrática é um instrumento fundamental para a melhoria da Educação e a construção da cidadania”, explicou a secretária.
O secretário adjunto Erasto Fortes fez um histórico da Educação no Brasil e destacou a relevância de um documento construído pela comunidade escolar de maneira efetiva. “Este momento é histórico. É uma tentativa de resgate da gestão democrática em nosso país e no DF”, salientou.
Para a professora Roseane Cunha, do Centro de Ensino Fundamental 04 do Guará, que participou das plenárias, é fundamental repensar os critérios para eleição das equipes gestoras nas escolas. “Precisamos da participação efetiva da comunidade na escolha dos diretores”, declarou.
Durante dois meses foram realizadas plenárias em todas as Diretorias Regionais de Ensino com o intuito de promover o debate sobre as propostas para a elaboração de um documento que sintetizasse a proposta de Gestão Democrática da Educação. Dentre algumas mudanças, o documento enfatiza a ação efetiva dos Conselhos Escolares, a criação de Conselhos Regionais nas DREs e de um Fórum Distrital de Educação.
No turno vespertino, cada professor recebeu uma cópia da proposta e após a leitura houve um debate a partir das alterações sugeridas pelos professores. O documento em sua versão final será encaminhado a uma comissão composta por representantes da SEDF, da Assessoria jurídica da SEDF, do Sinpro e do SAE. Na sexta-feira (29) o Projeto de Lei será encaminhado à Câmara Legislativa a fim de ser votado.